terça-feira, outubro 31, 2006

Firefox

Também já tenho o firefox 2.0. É giro, recuperou as minhas preferências, bookmarks, logins e afins do programa anterior (que desinstalei antes de instalar o novo), e, à primeira vista , é melhor. Uma das coisas que gosto é poder fechar uma janela (tab) só com um clique, o que nao dava para fazer na versao anterior. Ah, e nao tive que reinstalar as extensoes que já tinha no firefox anterior - por exemplo, o muito útil "abrir link numa janela do internet explorer".

Já instalei os dicionários - inglês, português e alemao - apesar de ainda nao saber se os vou precisar ou nao. Mal nao há-de fazer. A parte esquisita foi os dicionários de português e inglês ocuparem relativamente pouco espaço - aproximadamente 140Kb e 250Kb respectivamente - e o dicionário de alemao ser muito maior: aproximadamente 2500Kb. Deve ser a famosa eficiência alema...
Também acrescentei a wikipédia à lista de motores de pesquisa que podem ser utilizados directamente, sem abrir a página. Muito útil, rapidinho e eficiente, dá sempre jeito escrever qualquer coisa e ficar logo a saber tudo sobre seja o que for que nos passe pela cabeça.

Com isto tudo tive que andar a experimentar sites novos, fiquei a saber (provavelmente fui a última) quem é a namorada o Sócrates, e ainda nao consegui encontrar o que realmente me interessava - o botao para subscrever RSS feeds automaticamente. Lá vou eu passar a noite nisto...

Já agora, por falar em Sócrates. Há tempos o meu puto andava a ler um livro (para putos...) sobre os gregos. A certa altura, já nem sei bem a que propósito, perguntei-lhe se sabia quem era Sócrates. A resposta dele foi "claro que sei, é o primeiro ministro José Sócrates!". Pronto, de filósofos gregos ele pode nao saber nada - o que nem é de espantar pois ainda é muito pequeno para isso - mas ao menos sabe quem é o primeiro ministro.
2 comentário(s)

2 Comentário(s):

O tamanho deve ter a ver com a complexidade da língua. O software não só tem que incorporar um enorme vocabulário (entre as palavras tipicamente alemãs e os sinónimos que, sendo-o, são de origem latina) como tem que colocar as regrazinhas todas (nominativo, acusativo, dativo, genitivo, declinações em adjectivos, etc) e lembrar-se das posições exactas das palavras e das regras de pontuação (a vírgulazinha atrás do "dass"). Nota que o português (línguas latinas em geral) e o inglês são extremamente livres gramaticalmente. Em termos de aprendizagem podem, por vezes, não ser simples, mas em termos de programação tornam-se muito mais que o alemão.

By Blogger JSA, at 10:01 da manhã  

É possível que seja isso, tenho que experimentar (fantástico, acabo de escrever mal uma palavra e apareceu-me logo sublinhada como no word! e dá opções de correcção como no word!!! :)). Se for essa a razão, então já não é só um dicionário, é também uma gramática. :)

By Blogger Snowgaze, at 12:50 da tarde  

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